O homem grande e sinistro se levanta, e apesar do tamanho, passa sem chamar atenção pela multidão, quase como se fosse invisível.
Ele se senta à sua frente e olha nos seus olhos. Como se lesse a sua alma.
- Me chamo Malak. Você parece ter coragem e habilidade que eu preciso. Imagino que conheça a expressão "Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão". Pois bem. Preciso de você para uma missão arriscada, porém nobre.
- Interessante, continue.
- O Lorde Celius recolhe impostos em excesso, e nunca o retorna à população. O povo da cidade que ele administra passa fome e frio. Até mesmo a lenha e os alimentos são confiscados por quem não consegue pagar os impostos abusivos. Mas uma grande carruagem repleta de jóias dele está sendo transportada. A escolta é forte, mas não é imbatível. Depois ficaremos com uma pequena porcentagem e redistribuiremos as riquezas à população. Você aceita os termos?
- Sim!
- Ótimo!
Ele então tira de baixo de sua capa uma espada brilhante e afiadíssima, e um arco com uma aljava de flechas.
- Você vai precisar disso. A caravana passará amanhã à tarde na estrada ao norte de Milandhy.
Ele se levanta e vai embora. Você termina sua bebida, termina de assistir às dançarinas e vai dormir.
No dia seguinte, vai até a estrada.
Seguir pelo caminho da estrada
Seguir pela floresta se escondendo de quem esteja na estrada